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A dança em Carybé

Live no Canal do Ateliê de Coreógrafos Baianos reuniu a filha do artista, Solange Caybé, o artista J. Cunha e a produtora Eliana Pedroso. Eles conversaram sobre como o argentino era apaixonado pela dança

Está no ar o bate-papo Carybé e sua paixão pela dança, no canal de YouTube do Ateliê de Coreógrafos Baianos. A live aconteceu na quarta-feira, 17, com a participação da filha do artista vísual, que atuou intensamente como ilustrador de obras literárias, Solange Carybé. Também conversaram, no encontro virtual: o artista visual e cenógrafo J. Cunha, parceiro do pintor, e a bailarina, gestora cultural Eliana Pedroso. Assista, abaixo:

Eliana, que também é produtora, é responsável pela concepção do Ateliê de Coreógrafos Baianos, que é uma cria que se recria a partir do Ateliê de Coreógrafos Brasileiros, que tem como desafio conceber a obra Carybé em 3 Linhas, inspirada na linguagem da dança e no universo plástico do grande artista argentino que se encantou pela Bahia. O objetivo do encontro é o de aprofundar memórias de Carybé e conhecer algumas curiosas e divertidas histórias desse artista.

Referência da dança – O Ateliê de Coreógrafos Brasileiros, que inspirou o novo Ateliê, agora voltado para coreógrafos baianos, movimentou a cena da dança na década de 2000, contemplou coreógrafos de todas as partes do país e tornou-se referência na história da dança contemporânea brasileira.

Além do encontro do dia 17, e sempre em torno de Carybé, o projeto ainda contempla outra live, no próximo dia 28, às 20h, com o tema Carybé no meu processo criativo, quando três coreógrafos convidados e a diretora do projeto vão falar sobre o processo de criação e concepção de Carybé em 3 linhas e o mergulho na obra do artista,

Uma proposta que envolve três espetáculos de dança inéditos, a serem apresentados nos dias 06, 07 e 08 de abril, às 20h, em consonância com o lançamento do catálogo Traços da Memória da Dança Contemporânea em Salvador- 2000 a 2010, dia 07 de abril, às 20h.

Biografia – Carybé nasceu na Argentina em 1911 e chegou ao Brasil em 1949. Logo no início de 1950 se estabelece na capital baiana, onde vive até sua morte em 1997, aos 86 anos. Foi pintor, gravador, desenhista, ilustrador, mosaicista, ceramista, muralista e jornalista. 

Durante os quase 50 anos em que viveu na Bahia, Carybé desenvolveu uma profunda relação com a cultura e com os artistas de Salvador. As manifestações culturais locais, como o candomblé, a capoeira e o samba de roda passaram a marcar sua obra. Ao lado de outros artistas, participou ativamente do movimento de renovação das artes plásticas no Estado.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.


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